Pelo menos seis pessoas são investigadas, entre elas dois policiais penais, detentos e a esposa de um dos presos, suspeitas de integrar um esquema de entrada e venda ilegal de celulares no Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos, em Várzea Grande. As identidades dos alvos não foram divulgadas pela polícia.
O caso levou à Operação Via Paralela, que cumpre seis mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela Justiça e executados pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (27), em Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana da capital.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontaram que o esquema funcionava de forma organizada dentro da unidade prisional, com participação de servidores e internos. Os policiais penais suspeitos se aproveitavam do acesso ao presídio para levar os aparelhos até o interior da unidade.
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