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Da descoberta da gestação ao parto: saiba como mãe de MT descobriu que esperava gêmeos siameses

Casal conta que achava que era apenas um filho, mas depois do ultrassom veio a notícia: eram gêmeos siameses e estavam grudados. Os dois passam bem ap

Da descoberta da gestação ao parto: saiba como mãe de MT descobriu que esperava gêmeos siameses
G1 MT
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Primeiro veio a alegria da gravidez de mais um filho. Depois, a notícia de que eram gêmeos siameses e que estavam grudados, um caso raro na medicina, o que gerou choque e grande preocupação para toda a família do casal Maycon Alex Rodrigues, de 30 anos, e Raylane Siqueira de Oliveira, de 22 anos, moradores de Canarana, a 838 km de Cuiabá.

Os gêmeos nasceram nesta terça-feira (6) no Hospital Estadual da Mulher (Hemu), em Goiânia, e passam bem. Contudo, o pai disse que eles ainda compartilham a bexiga e o fígado, o que deve mantê-los por mais um tempo em acompanhamento médico.

Ao g1, Rodrigues contou que a descoberta de que eram gêmeos siameses foi um choque para a família.

 

"Achamos que era só um. Eu levei um choque e a mãe deles também. Porque a gente já sabia que era um menino, mas aí depois descobrimos que tinha mais um. Então, foi uma alegria na hora, mas depois ficamos preocupados, porque estavam grudados", contou.

 

Essa descoberta, segundo ele, foi durante o quinto mês de gestação durante um exame de ultrassom rotineiro. Pouco depois, eles redobraram os cuidados.

"Nossa família ficou bastante preocupada, mas nos acolheram. E eu nunca tinha visto isso [de estarem grudados] até que aconteceu com a gente. Recebemos todo apoio da nossa família", disse.

Rodrigues disse ainda que já têm dois filhos: uma menina de seis anos e um menino de dois, que em breve vai completar três anos. Agora, a família cresceu ainda mais com a vinda dos gêmeos siameses.

Condição rara

 

Os gêmeos siameses nasceram com uma rara condição chamada de isquiópagos, na qual eles estão unidos no quadril, mais especificamente pelo ísquio, um dos ossos da bacia.

Segundo Rodrigues, os dois ainda compartilham a bexiga e o fígado. Outros casos também podem envolver partes da pelve e a região do abdomên.

Essa condição ocorre quando o embrião não se separa completamente, o que acontece durante as primeiras semanas da gestação. Os casos são avaliados conforme o nível de compartilhamento dos órgãos entre os gêmeos.

FONTE/CRÉDITOS: G1 MT
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